terça-feira, 19 de junho de 2012

Ainda sobre os livros...

Gente, só para deixar vocês com vontade de ler "A menina que roubava livros", selecionei um trechinho que fala justamente dos campos de concentração. Confiram!

(Só para entender melhor, a narradora da história é a Morte. Nessa parte, ela nos conta sobre o seu "trabalho" nos campos de concentração).

"Quando seus corpos acabavam de vasculhar a porta em busca de frestas, as almas subiam. Depois de suas unhas arrancarem a madeira e, em alguns casos, ficarem cravadas nela, pela pura força do desespero, seus espíritos vinham em minha direção, para meus braços, e galgávamos as instalações daqueles chuveiros, escalávamos o telhado e subíamos para a largueza segura da eternidade. E continuavam a me alimentar. Minuto após minuto. Chuveiro após chuveiro.

Nunca me esquecerei do primeiro dia em Auschwitz, da primeira vez em Mauthausen. Nesse segundo local, com o correr do tempo, também passei a pegá-los no fundo do grande penhasco, onde suas fugas acabavam terrivelmente mal. Havia corpos quebrados e meigos corações mortos. Ainda assim, era melhor do que o gás [...].

Estremeço ao recordar - ao tentar desrealizar aquilo.

Bafejo ar quente nas mãos, para aquecê-las. 

Mas é difícil mantê-las aquecidas quando as almas ainda tiritam." (p. 395)

Auschwitz e Birkenau

Para saber um pouco mais sobre os campos de concentração sobre os quais falamos em nossa última aula, vocês podem conferir o relato que escrevi lá no meu blog, após a visita que realizei a Auschwitz e Birkenau. Para isso, basta clicar aqui.

Abraços,
profa. Aline

Dicas de livros sobre a época da Segunda Guerra Mundial


O menino do pijama listrado, de John Boyne
Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto.Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Em uma de suas andanças Bruno conhece Samuel,um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.

Inverno na manhã, de Janina Bauman
Em um relato pessoal e tocante, Janina Bauman nos revela as experiências e emoções de uma adolescente de família próspera que sofreu os horrores de ser judia numa terra controlada pelos nazistas. Quando Hitler invadiu a Polônia em 1939, Janina tinha 14 anos. Nos seis anos seguintes ela enfrentou a luta pela vida e os dilemas da adolescência, o medo e a perda da inocência, a fome e as primeiras emoções do amor.
A partir de seus diários da época — escondidos durante a guerra e reencontrados intactos após o conflito —, a autora retorna a esses duros anos, apresentando-nos sua família, as amizades surgidas do infortúnio, a fuga do gueto de Varsóvia, a vida em esconderijos. Uma história extraordinária de sobrevivência, coragem e paixão pela vida.

A menina que roubava livros, de Markus Zusak
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhecê-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.


O diário de Anne Frank, de Anne Frank
O Diário de Anne Frank foi composto pela então adolescente Anne Frank, no período que se estende de 1942 a 1º de agosto de 1944. Este poderia ser um diário escrito por qualquer garota de 13 anos, nos tempos atuais, com todas as inquietudes e preocupações de uma jovem, se ela não estivesse vivendo justamente em um dos contextos mais difíceis da história da Humanidade, a Segunda Guerra Mundial.
Ela tinha apenas 13 anos e, de repente, viu sua existência sofrer uma transformação radical. Subitamente Anne estava vivendo com sua família e outros judeus, companheiros da mesma sina, ocultos em Amsterdam, na Holanda, na época em que este país foi invadido pelos nazistas alemães.



(Todos os livros podem ser encontrados na biblioteca de nossa escola, exceto O Diário de Anne Frank. Vários exemplares do mesmo estão sendo adquiridos, porém ainda não estão disponíveis.)

Dicas de filmes sobre a época da Segunda Guerra Mundial

O menino do pijama listrado


A lista de Schindler



O pianista

Vídeos sobre Anne Frank e Auschwitz

Oi pessoal!

Passei por aqui para postar os vídeos que levei para nossa aula na terça e que, por problemas técnicos, ficaram sem áudio (e, por conta disso, vocês tiveram que me ouvir, hehehe).

Ah, a professora Cláudia e eu combinamos de pulicar aqui uma listagem de outros filmes e livros interessantes que tratam sobre o assunto, então aguardem novidades em breve.

Até mais,
Profa. Aline

Vídeo sobre Anne Frank

 


Auschwitz na época do Holocausto



Auschwitz hoje

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Decepção -Tatiana


Que decepçao !


Minha maior decepção da minha vida foi quando, eu pencei que tinha achado a pessoa certa
Pra mim e me enganei.
Ele me iludiu  e eu sabendoa ‘’fama’’ do querido de pegador
Que ficava com todo mundo fui la e me apaixonei por ele não me arrpendo por nada que fis  se pudece mudar algumacoisa nao mudaria nada apenas nunca ter falado pra ele que o amava eu amei muito esse guri amei amei muito mas que tudo e ele foi apessoa que mais me decepcionou.
Não posso falar o nome dele mas todos conhecem ele aqui na wf a pessoas  igual a ele que
tem praticamente tudo o que querem o amor de pai o amor de mãe o amor de muintas meninas dizem que gostam que ama então não concegue enchergar o amor de uma pessoa verdadeira pois eu fui uma dessas pessoas verdadeira que amaei de verdade e ele não deu valor  espero agora tão cedo não ter uma decepção tão grande como essa